sábado, 11 de junho de 2011

Coleta de lixo em Barcelona

Coleta de lixo em Barcelona

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Filosofias de Botequim

Sabe o que cai bem? Minha autoestima!


Quem nunca planejou colar com um amigo e foi trocado de lugar na hora da prova não sabe o que é missão fracassada.


Malandro é o zumbi, que nunca perde na brincadeira do morto-vivo.


Até hoje eu não entendo esse negócio de "boa noite Cinderela". Afinal, a dorminhoca da história não é a Bela Adormecida?


Se você acha que a ordem dos fatores não altera o produto, então durma uma noite com Maria José e depois experimenta dormir com José Maria.


Água mole em pedra dura, tanto bate até que molha tudo.


É engraçado como alguém pode partir o seu coração… e você ainda amá-lo com todos os pedaços partidos.


Quando nos apaixonamos, sentimos ter encontrado a outra metade de nós, a metade de que precisavámos para nos tornarmos completos.


Filosofias de Botequim

Do Blog, Filosofias de Botequim do Padilha

Filosofias de Botequim

“Em terra de cego... ninguém acredita em amor à primeira vista.”

“Para uns os bois parem, para outros nem as vacas.”

“Por trás de um grande homem, há sempre uma grande... sombra!”

“A fome é inimiga da digestão.”

Idéia para Ponta Grossa (para o Brasil?)

Projeto de Lei número 001/2011

Dispõe sobre a obrigatoriedade de utilização de equipamento com Sistema de Posicionamento Global, ou “Global Positioning System” - GPS - nos veículos utilizados como “taxi” na cidade de Ponta Grossa.

A Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, decreta:

Art.1º - Fica obrigatório a utilização de equipamento com Sistema de Posicionamento Global, ou “Global Positioning System” - GPS - nos veículos utilizados como “taxi” na cidade de Ponta Grossa, de qualquer marca e modelo certificado para utilização no país.

Art.2º - O descumprimento desta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades:

I – Multa de .....

II - Perda do alvará de funcionamento se não houver regularização em 30 dias após constatada a infração e multa.

Art.3º - A Prefeitura de Ponta Grossa através de seu departamento competente, fica encarregada de verificar e fiscalizar os veículos.

Art.4º - Esta lei entra em vigor 90 dias após publicação.

Plenário da Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, 01 de junho de 2011.

Justificativa

Diante do aumento de pessoas utilizando os veículos denominados “taxis” e principalmente com o grande número de pessoas de outras regiões e até de outros países, que chegam em nossa cidade diariamente e que não conhecem a localização das ruas, bairros e vilas, é necessário dar segurança aos usuários de que a melhor rota está sendo seguida. Com a instalação do GPS, basta o passageiro solicitar a inclusão do endereço no aparelho e o caminho que o motorista deve percorrer ficará visível.

Ponta Grossa recebe turistas, executivos, consultores, palestrantes e profissionais de diversas áreas que utilizam o “taxi” para deslocamentos e com a instalação de grandes empresas na região o movimento desses veículos aumentou consideravelmente.

Existe ainda a possibilidade de Ponta Grossa receber turistas durante a Copa do Mundo de 2014 e até ser sub-sede, portanto a instalação desse equipamento trará uma excelência nos serviços de “taxi” prestados na cidade.

Diante destas argumentações, solicito aos nobres vereadores, a aprovação desta matéria.

Lauro Padilha – Presidente do Partido Verde em Ponta Grossa - Paraná

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Especialistas defendem editais bem definidos na concessão do Parque Vila Velha

A adoção de parcerias com a iniciativa privada no Parque Estadual Vila Velha, na região dos Campos Gerais, faz parte do Plano de Desenvolvimento Turístico e Uso Público em Unidades de Conservação do Estado. A Secretaria de Turismo do Governo do Paraná salienta que não se trata de privatização, mas de terceirização de atrações.  Segundo a Secretaria, atualmente o Parque se constitui mais em unidade de conservação e apreciação do que em atrativo turístico.

A concessão se estenderá à exploração do turismo de aventura e ecoturismo (rapel, rafting, arvorismo etc) como também a serviços de transporte interno e refeições. Em troca, a empresa responsável terá retorno financeiro e logístico para preservação do espaço. Com a iniciativa, espera-se aumentar o número de visitantes do Parque, que chega a 70 mil turistas por ano.

O presidente do Partido Verde em Ponta Grossa, Lauro Padilha, discorda da ideia. Segundo ele, o Parque deve continuar  contemplativo. “A oferta de atividades esportivas pode ser levada para outras áreas fora do Parque, mas incluídas em pacotes turísticos onde depois da visitação os turistas possam praticar”, propõe o Padilha.

Segundo a turismóloga e chefe do Departamento de Turismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Jasmine Moreira, o processo deve ser claro. “Os editais devem ser bem definidos, com todas as responsabilidades das empresas expostas. Assim, os turistas podem cobrar mais qualidade”, relata. A especialista acredita que novas opções aumentarão o tempo de permanência dos turistas no local.

“Condições que interessem ao usuário devem estar bem explícitas no edital. A fiscalização deverá ocorrer, pois os responsáveis devem zelar pelo patrimônio”, destaca o economista Emerson Hilgemberg. Segundo ele, o Parque não será vendido e, sim, a concessão dos direitos de exploração de alguns serviços.

O plano se baseia no modelo implantado pelo Governo Federal no Parque Nacional do Iguaçu, localizado em Foz do Iguaçu, no Paraná, em 1999.  Na época, a empresa Cataratas S/A assumiu a exploração de seis áreas de visitação e do sistema de transporte interno.

No entanto, o geólogo e professor doutor do Departamento de Geociências da UEPG, Mário Sérgio de Mello, ressalta diferenças entre o Parque Iguaçu e o Parque Vila Velha. “Deve-se considerar que pessoas do mundo inteiro vêm a Foz do Iguaçu só para ver as cataratas. É um apelo muito forte. Vila Velha, ao contrário, precisaria ser associada a um conjunto de atrativos locais, que potencializassem o interesse do visitante”, afirmou.

Sobre o risco de prejuízo para o patrimônio natural, o geólogo e professor do Departamento de Geociências da UEPG, Gilson Burigo, afirma que tudo depende de quais atividades serão permitidas no Parque. “Em casos específicos, consultas a especialistas devem ocorrer para avaliar ‘o quê’, ‘onde’, ‘de que jeito’, ‘com que frequência’, pode (ou não) determinada atividade ser realizada”, comentou o geólogo. “A realização de rapel em basaltos (Parque Iguaçu) não tem o mesmo impacto do que ocorreria em arenitos com um relevo ruiniforme (Parque Vila Velha). Seria necessário avaliar criticamente a permissão da prática”, exemplificou.

O início das ações no Parque Estadual Vila Velha tem previsão para o fim deste ano. O processo inclui também os Parques do Monge, na Lapa, e Guartelá, em Tibagi, além da Ilha do Mel, no litoral. Outras 24 áreas de conservação também poderão fazer parte do projeto futuramente.

Fonte: TAMIRIS BUSATO

http://www.portalcomunitario.jor.br/index.php?option=com_content&view=article&id=540:especialistas-defendem-editais-bem-definidos-na-concessao-do-parque-vila-velha&catid=143:noticias-da-camara&Itemid=605

 

Maioria dos vereadores mostra-se favorável à concessão do Parque Vila Velha para iniciativa privada

camaratamiris1-25-05-2011

A concessão de serviços e atrações à iniciativa privada no Parque Estadual Vila Velha, na região dos Campos Gerais, vem de uma ação do Governo do estado. Transporte interno, alimentação, práticas de aventura, ecoturismo e esportes radicais fazem parte dos serviços que poderão ser explorados por empresas privadas. Consulta aos vereadores de Ponta Grossa mostra que a maioria possui opinião favorável à concessão. Dos 12 parlamentares encontrados pela reportagem do Portal Comunitário, 10 defenderam a proposta e dois disseram ser contrários.

Para o vereador George Luiz de Oliveira (PMN), a fiscalização municipal determinará o sucesso do projeto. “Devemos ficar atentos aos moldes em que o processo licitatório será feito, para melhor contemplar o município”, afirmou. Segundo George, os serviços do Parque irão melhorar com o empreendimento e surgirão novas opções de lazer.

Segundo o vice-presidente da Câmara, Júlio Kuller (PPS), a ação aprimora a estrutura do ponto turístico. “O poder público não mostrou condições para divulgar o turismo na região. Se os investimentos da iniciativa forem usados de forma correta, a estrutura, manutenção e o volume de visitantes aumentarão”, disse.

Já a vereadora Ana Maria de Holleben (PT) disse ser “terminantemente contra” a proposta. Para ela, o local deve ser administrado pelo Estado, pois pertence à cidade. “Não sou a favor de empresas particulares ganharem dinheiro em cima de uma riqueza milenar dos Campos Gerais. Municípios menores administram seus pontos turísticos. Por que Ponta Grossa não conseguiria?”, destacou.

O vereador Pascoal Adura (PMDB) também disse discordar da concessão. “O Parque Estadual Vila Velha pertence à Ponta Grossa. Deveria ser concedido ao município”, declara. No entanto, o vereador ressaltou a necessidade de melhorias no local: “O Parque deve ser mais bem cuidado pela sua importância. O município deveria investir em revitalizações e mais recursos”.

O único que destacou o possível aumento nos custos para os visitantes foi o Vereador Alisson Zampieri (PPS). “Acredito que os investimentos vão beneficiar o Parque e o município. O preço para entrar no espaço, provavelmente, vai aumentar. Mas, acho que o número de visitantes também subirá”, comentou. Atualmente, a entrada custa R$ 18, 00 por pessoa.

Fonte: TAMIRIS BUSATO

 http://www.portalcomunitario.jor.br/index.php?option=com_content&view=article&id=539:maioria-dos-vereadores-mostra-se-favoravel-a-concessao-do-parque-vila-velha-para-iniciativa-privada&catid=143:noticias-da-camara&Itemid=605

Copiado do Blog do Padilha

http://lauropadilha.blogspot.com/2011/05/especialistas-defendem-editais-bem.html